6 de set de 2013

Papai de Primeira Viagem - Os 10 Mandamentos





Com a chegada da paternidade, muitos homens têm dificuldades em saber como agir com os bebês. Para ensinar os pontos mais importantes para aqueles que se tornam pais de primeira viagem, a enfermeira Loise Chamusca Paes, chefe da maternidade Santa Maria do Hospital Português, em Salvador. A enfermeira é especialista no assunto e ministra um curso com os "10 mandamentos" para os papais.



Confira os 10 mandamentos

1º passo - Gravidez
Quando o pai se descobre 'grávido', ele deve passar a se orientar em relação à gravidez. "O pai deve acompanhar todas as consultas, fazer o curso de preparação e querer estar presente", diz a especialista. No final dessa etapa, a enfermeira recomenda ainda que o pai deve estar presente na hora do nascimento e, ainda no hospital, perder o medo e segurar o bebê.

2º passo - É chegada a hora
O pai deve estar atento ao movimento fetal e ao endurecimento da barriga. A partir da 20ª semana, a mulher já começa a sentir contrações, mas a partir da 36ª e 37ª semana a regularidade da contração é maior. Por isso, o pai deve estar atento para saber o momento de levar a mãe da criança para o hospital.

3º passo - Saída do hospital
Quando a mãe e a criança estiverem prontas para sair da maternidade, o pai é o responsável por todo o cuidado com a família. É ele quem deve preparar a casa para estar limpa, assim como preparar a ida para a casa, com carro ou não.

4º passo - Em casa
A especialista conta que é nesse momento que a mãe irá precisar de todo apoio do pai. "Agora é o pai quem fica responsável pela casa, é ele quem vai sair para fazer as compras, que vai preparar a comida. Todo o cuidado com a casa deve ser gerido pelo pai. A mãe deve ficar atenta somente ao filho".

5º passo - Primeiros cuidados
Nos primeiros dias é chegada a hora do papai dar o suporte para a mãe, que já estará cansada. "Ele deve dar banho na criança, pegar do berço quando ele estiver chorando e deixar a mãe com mais tempo livre", diz.

6º passo - Durante a madrugada
A especialista garante que esse momento é um dos mais difíceis para o casal. Alguns pais acham que a obrigação de levantar para atender o bebê é da mãe, mas a enfermeira garante que não é mais assim. "Esse trabalho é em conjunto. O pai deve levantar, pegar o bebê e trazer para a mãe que irá amamentar. Esse período merece atenção, para que ambos não fiquem estressados", diz.

7º passo - Promover a alimentação saudável
Nesse período o pai deve ficar atento à alimentação da mãe. Se ele não tiver auxílio de ninguém nesse período, é ele quem deve preparar as comidas da mamãe, que precisa se alimentar bem. A dieta precisa ter muitas frutas e legumes.

8º passo - Descanso da mãe
A enfermeira diz ainda que esse período deve ser de atenção especial ao descanso da mãe. "O pai deve respeitar o descanso da mãe. Ela estará exausta, já que deve acordar de três em três horas para amamentar. Nesse período ela deve usufruir de todo tempo de descanso. Então o pai fica responsável por colocar o bebê para arrotar, dar banho e colocar para dormir", aponta.

9º passo - Lazer da família
"Agora já é chegada a hora do bebê ir passear com a família na rua. Esse é o momento de proporcionar o lazer, levando o bebê para o local adequado, evitando lugares com multidão. O pai precisa ajudar a utilizar o carrinho de bebê, a preparar a sacola de saída e com as comidinhas do bebê".

10º passo - Ficar com a criança
Após todo o acompanhamento com a mãe, é chegada a hora do pai ficar a sós com a criança. "Se o papai dá o suporte à mulher, e ela percebe que ele já está com bastante confiança no sentido de segurar a criança, trocar a fralda e dar a papinha, ele já pode sair com a criança", explica.


Fonte: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2012/08/especialista-ensina-10-mandamentos-para-pais-de-primeira-viagem.html

Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
- See more at: http://www.pequenoscoracoes.com/cardiopatia-congenita/o-que-e#sthash.6XFwCxpw.dpuf
Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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Cardiopatia Congênita é qualquer anormalidade na estrutura ou função do coração que surge nas primeiras 8 semanas de gestação quando se forma o coração do bebê. Ocorre por uma alteração no desenvolvimento embrionário da estrutura cardíaca, mesmo que descoberto no nascimento ou anos mais tarde.
                 É o defeito congênito mais comum e uma das principais causas de óbitos relacionadas a malformações congênitas.
                 Nascem no Brasil aproximadamente 23 mil crianças com problemas cardiacos por ano, ou seja, a cada 100 bebês nascidos vivos 1 é cardiopata.
                 Desses 23 mil cardiopatas que nascem anualmente, pelo menos 80% necessitarão de uma cirurgia cardíaca, mas infelizmente cerca de 13 mil nao recebem o tratamento*, principalmente por falta de diagnostico ou vagas na rede publica.
                 A mortalidade decorrente das cardiopatias congênitas seria drasticamente reduzida se todos os cuidados pré e pós natais fossem devidamente instituídos.

                 A incidência de cardiopatia congênita é 8 vezes maior do que a Síndrome de Down.
*dados do 38º Congresso Brasileiro de Cardiologia, 2011.
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